domingo, 23 de agosto de 2009

Pesadelo!!!

Tive um pesadelo horrível ontem à noite.
Estava no hospital e tinha tido gémeos, estava com os dois bebés e o meu amor no quarto quando de repente um dos bebés começa a ficar agitado e sem ar, veio uma médica e uma enfermeira e nem lhe fizeram reanimação nem nada, apenas registaram a hora do óbito. Depois no relatório dizia que tinham estado uns minutos a fazer reanimação antes do bebé morrer e eu só dizia que era mentira e que era mentira, mas ninguém me ligava nenhuma.
Que coisa estranha, uma sensação de impotência e angústia indescritível.
Isto deve-se ao facto de eu ontem antes de dormir, estar a ver um filme com o meu amor no sofá da sala e lhe ter contado um sonho que tive a semana passada, que foi que eu estava com uma prima e a minha mãe e estava com uma barriga enorme e o bebé mexeu e a minha prima colocou a mão na minha barriga.
Ontem o meu pequenino bateu com a cabeça na parede mesmo em cima da cicatriz da operação e por azar foi logo na parte aspera da parede que lhe fez logo um corte pequeno em cima da cicatriz, sangrou um pouco e ficou inchado, eu fiquei logo passada, até parecia que não conseguia pensar, só do medo de ter trilhado a cicatriz e que aquilo infectasse. Felizmente ficou só um corte pequenino, está um pouco vermelho, mas limpei com água fria e coloquei gelo para estagnar o sangue e desinchar. Depois coloquei nivea como a médica que o operou disse, pois é o melhor creme que se pode colocar nestas feridas e esta manhã já não estava inchado e com a cor um pouco mais clara. Mais uma para juntar à lista de stresses da minha vida.
Estou cada vez mais cansada, ainda ontem ao ir para casa depois do trabalho deu-me nem sei quantas passagens pelo sono enquando conduzia, eram 17h. E esta manhã igualmente. Tenho que aproveitar a folga que entra para descansar e dormir até mais não. Estou a precisar de um sono reparador e tudo ficará bem.
Estou a precisar de férias de mim mesma e de tudo o que me rodeia que é problemático.

sábado, 22 de agosto de 2009

Aos poucos vou ganhando forças!

Este mês tem sido um martírio. Uma successão de coisas más, umas a seguir às outras, sem tempo para me levantar. É como se estivesse no mar e as ondas estivessem vir seguidas sem tempo para vir ao de cima respirar e recuperar o fôlego.
No meio disto tudo tive que arranjar sítio para o meu pequenino ficar, pois em casa dos meus pais não dava pois a minha mãe necessita de descanso e sossego, se bem que ele é o que faz menos barulho naquela cas e o que dá menos trabalho, mesmo sendo um bebé. Pensei que seria complicado pois ele é muito pegado a nós e não é de engraçar com estranhos, mas felizmente ficou bem e gosta muito da senhora, até já a chama pelo nome e tudo!
Os meus nervos e frustrações já me começam a afectar de maneira negativa, estou irritada, fao mal com as pessoas e quem sofre por tabela é o meu amor que apanha com os torpedos todos que nada tem a ver com ele. Detesto esta pessoa amarga que me estou a tornar pelas frustrações e partidas desta vida, mas vou dar a volta por cima, tenho que o fazer custe o que custar, pelo meu amor, pelo meu filhote e por mim!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

AI A MINHA VIDA PARTE II

Mais uma vez a minha vida desaba! A minha mãe voltou a ter outro AVC e desta vez parece que descobriram mais qualquer coisa no TAC que lhe fizeram à cabeça. Ainda não se sabe o que é e daí a minha angustia. Desde Domingo dia 09/08/2009 que ela está no hospital. Tive que a obrigar a ir ao médico, acham normal? Junto de quem tem que ser faço-me de forte, mas depois acabo por me ir a baixo. Ainda ontem me fartei de chorar em casa. O meu amor dizia para eu chorar que faz bem, mas para chorar em casa e não à vista dos meus pais nem da minha irmã pois eles precisam é de ver a mulher forte que há em mim para que consigam aguentar também mais esta provação que a vida nos reservou. Eu sei que ele tem razão, mas por vezes parece-me que já não tenho forças!
A pessoa a quem não posso mesmo mostrar sinais de fraqueza é a minha mãe! Tive que ser firme com ela no Domingo para que ela soubesse que caso ela não esteja capaz de tomar decisões relativamente à saúde dela teria alguém que o fizesse sem pestanejar. Custa tanto fazer-me de mulher forte quando por dentro estou aos frangalhos.
Ainda no Domingo, já no hospital uma senhora ao lado da minha mãe chamou-me à atenção que durante o tempo que não estive junto dela, a minha mãe tinha dito aos enfermeiros que queria assinar a autorização para se vir embora. Sim, e sabem que mais foi o que ela fez à três semanas atrás quando lhe deu o outro AVC e só na Segunda feira passada é que descobrimos isso, pois o médico disse-o em frente ao meu pai que ela saiu sem fazer um monte de exames que era suposto.
Enfim, mais uma vez a vida me passou uma rasteira das grandes, só espero que todos nos consigamos levantar depois deste tombo.